quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Edital de concurso em Araçatuba será publicado no dia 18 de Outubro de 2013

Salários das vagas variam de R$ 780 a quase R$ 3.500. Inscrições têm início no dia 18 de outubro.

A Prefeitura de Araçatuba irá publicar, ainda esta semana, um edital de concurso público que contratará cerca de 145 profissionais no município com salários que variam de R$ 784,37 a R$ 3.459,33. As inscrições acontecerão de 18 a 28 de outubro, com valores de R$ 25 e R$ 50. A expectativa da administração é de que a seleção e a convocação de parte dos aprovados aconteçam ainda neste ano.

Também serão oferecidas vagas nas áreas de Saúde, Educação e trabalhos específicos como telefonista e almoxarife. Confira abaixo a lista de cargos, a taxa de inscrição e o salário inicial oferecido:

Cargo: Agente de Desenvolvimento Infantil
Número de vagas: 60
Valor da taxa de inscrição: R$ 50
Salário inicial: R$ 1.178,63

Cargo: Almoxarife
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 25,00
Salário inicial: R$ 1.055,66

Cargo: Biólogo
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.884,95

Cargo: Dentista
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.884,95

Cargo: Diretor de Escola
Número de vagas: 04
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 3.145,18

Cargo: Educador de Saúde Pública
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: 1.870,96

Cargo: Fonoaudióloga Educacional
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.102,41

Cargo: Guarda Municipal

Número de vagas: 24
Valor da taxa de inscrição: R$ 25,00
Salário inicial: R$ 978,13

Cargo: Médico
Número de vagas: 45
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.884,95

Cargo: Procurador
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.884,95

Cargo: Professor de Educação Básica II para as áreas de Educação Especial
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 2.595,77

Cargo: Professor de Ensino Básico II para área de Artes

Número de vagas: 02
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 1.946,83

Cargo: Professor de Ensino Básico II para área de Educação Física
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 1.946,83

Cargo: Supervisor de Ensino
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 50,00
Salário inicial: R$ 3.459,33

Cargo: Telefonista
Número de vagas: 01
Valor da taxa de inscrição: R$ 25,00
Salário inicial: R$ 784,37

Fonte:
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Secretaria de Comunicação Social – SMCS
Prefeitura Municipal de Araçatuba – PMA
(18) 3607-6500
www.aracatuba.sp.gov.br
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sábado, 16 de março de 2013

Papa integra ordem religiosa que foi fundamental na colonização do Brasil



São os jesuítas, conhecidos como os soldados do papa.


O Papa Francisco integra uma ordem religiosa com quase cinco séculos de história que foi fundamental na colonização do Brasil: os jesuítas, conhecidos como os soldados do papa.
Eles chegaram ao Brasil em 1549, em Salvador. Pouco depois, já estavam mais ao sul, em São Vicente.
E entre tantas viagens subiram a serra do mar em direção ao planalto paulista.
Em 1554, 13 jesuítas, entre eles o padre Manuel da Nóbrega e o noviço José de Anchieta montaram um colégio para catequizar os índios que viviam na região. O colégio deu início a um povoado, e hoje é a maior cidade do país: São Paulo nasceu a partir de dois ideais da Companhia de Jesus: a educação e a expansão do catolicismo.
“Onde quer que haja a necessidade, e uma necessidade da igreja é do ser humano, aí a companhia deve estar”, disse o padre jesuíta Carlos Alberto Contieri.
Um dos mais famosos deles, padre Antônio Vieira, foi expulso do Brasil por colonos que o acusavam de estimular a revolta de índios.
Foi Santo Inácio de Loyola quem fundou a Companhia de Jesus, em 1534, para combater o avanço dos protestantes.
Cultos, disciplinados, mas flexíveis. Além de vir para a América Latina, com os portugueses e espanhóis, os jesuítas foram à Ásia. Na China, se vestiram como discípulos do filósofo Confúcio.
Poderosa, a Companhia de Jesus despertou a ira de outras companhias e de reis, no século XVIII. Por pressão deles, foi dissolvida.
Quase desapareceu de novo sob João Paulo II, preocupado com o envolvimento da ordem com a teologia da libertação.

Mas em 2008, outro Papa, Bento XVI, reconheceu que não poderia abrir mão do exército de quase 20 mil jesuítas. Dois dias antes de deixar o cargo, nomeou o jesuíta e então cardeal Jorge Bergoglio para a cúpula da Conferência Episcopal Latino Americana.
Desde quarta-feira, são os soldados do Papa que estão no comando da Igreja.
Jornal Nacional
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/03/papa-integra-ordem-religiosa-que-foi-fundamental-na-colonizacao-do-brasil.html
Edição do dia 15/03/2013 
15/03/2013 21h49 - Atualizado em 15/03/2013 21h49

Indústrias químicas investem em "novo plástico"


Embalagens inteligentes, automóveis econômicos e equipamentos eólicos mais eficientes. Tudo de plástico. A indústria química investe para desenvolver novos materiais e aumentar a presença do produto no cotidiano.
Na Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, as invenções enfrentam fila de espera de um ano para serem testadas nas fábricas-piloto.
Há 200 projetos na carteira, desde os que os cientistas chamam de "rupturas" --produtos ou procedimentos inéditos-- até tecnologias complementares às existentes.
Como cada dia de teste custa R$ 20 mil, os produtos que entram na fila passam por uma boa triagem. Portanto, o número de candidatos a invenções é ainda maior.
"Queremos manter a média de 20 novos produtos por ano. É importante porque fideliza o cliente", afirma Patrick Teyssonneyre, diretor de inovação para as áreas de negócios da Braskem.
A chamada química verde, que usa fontes renováveis na produção, é o principal foco da companhia. Em 2010, ela inaugurou em Triunfo (RS) a primeira fábrica de polietileno verde do
mundo, substituindo o petróleo pelo etanol de cana como matéria-prima.
RENOVÁVEL
Desde então, dedicou-se ao desenvolvimento de outro tipo de plástico, o polipropileno, com fonte renovável. A primeira unidade deve ser inaugurada neste ano, com capacidade inicial para 30 mil a 50 mil toneladas/ano.
A química verde é apenas uma parte da química sustentável, que tem um conceito mais amplo. Hoje, a maioria dos plásticos é feita a partir do petróleo e não é reciclável. A indústria quer mudar isso.
A alemã Basf, por exemplo, desenvolveu um plástico biodegradável, obtido a partir de amido de milho, que se transforma em adubo orgânico após passar por uma usina de compostagem.
"A inovação vem não só da matéria-prima mas também da destinação final que se dá ao produto", diz Karina Daruich, gerente de plásticos biodegradáveis da Basf para a América do Sul.
PACOTE INTELIGENTE
Além da busca pela sustentabilidade, há uma corrida para apresentar soluções demandadas por alguns setores específicos. A indústria de alimentos é um deles.
O aumento da população mundial, que em 2050 chegará a 9 bilhões de pessoas, e a crescente necessidade de refrigeração e energia para conservar os alimentos exigirão embalagens que garantam maior vida útil aos produtos.
Além de conservar os alimentos por mais tempo, as embalagens avisarão o varejista ou o consumidor sobre o estado de conservação do produto ao mudar de cor.
Na área de energia, a indústria aposta na leveza do plástico.
Novas pás de turbinas eólicas, com até 180 metros de diâmetro, só serão viáveis se forem feitas de plástico, afirma o diretor de inovação para área corporativa da Braskem, Luis Cassinelli.
Se forem de metal, será impossível carregá-las.
Nos cabos de transmissão de energia, a tendência é que o metal, hoje utilizado para dar firmeza, seja substituído por fibras de carbono, mais leves e resistentes.

TATIANA FREITAS
DE SÃO PAULO

Editoria de Arte/Folhapress

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Feira de Tecnologia da ETEC Araçatuba

           Eu tenho um convite para o evento que se realizará no dia 04/05 (sexta-feira) no IE, e você também quer ir?? Não tem convite?? que pena... Brincadeirinha...não fique triste, é de graça....Estão todos convidados para a Feira de Tecnologia da ETEC Araçatuba, que se realizará no IE a partir das 19:00H, para toda a comunidade.
          Venha conhecer os nossos cursos técnicos,os nossos professores e a escola... Teremos distribuição de brindes, entre outras atrações. Não perca será muito divertido, traga o seu amigo(a), irmão(a), pai, mãe, avô e avó, todos serão bem vindos.
          Teremos várias bancadas com vários experimentos, esperando por vocês.

Local: IE Manoel Bento da Cruz (Araçatuba)  
Rua Carlos Gomes, 732 - Higienópolis, Araçatuba, 16010-713


IE Manoel Bento da Cruz
ETEC Araçatuba Ipanema

sábado, 21 de abril de 2012

Jô Soares Entrevista o Professor Honério Coutinho



Professor de química da Universidade Federal do Espírito Santo, Honério Coutinho de Jesus promove o "show de química", no qual realiza experiências práticas com elementos do dia-a-dia como fósforos, sal de fruta, bicarbonato, água santitária etc.


Achei muito interessante esta entrevista, vale conferir até o final.

domingo, 8 de abril de 2012

Sucesso “Mini Curso de cerveja Caseira na ETEC Araçatuba”




              Se falar-mos que o Mini curso realizado na ETEC Araçatuba no dia 30/03/2012, foi bom, estamos de brincadeira. O Curso foi ótimo, foi um sucesso, com todas as vagas preenchidas com alunos do 1° módulo de química até o 4°módulo, incluindo o curso de açúcar e álcool. O mini curso foi ministrado pelo Professor Luís Augusto Alves Pereira da Cidade de Penápolis. O Professor Luís iniciou o curso, falando que seria difícil determinar quando foi feita primeira cerveja, mas supõe-se que o homem conhece o processo de fermentação a mais de 10 000 anos, e que a descoberta tivesse sido acidentalmente , com uma provável fermentação induzida de algum cereal. Na palestra foi abordado também sobre alguns tipos de fermentações  como as ALE ( cerveja de alta fermentação ou fermentação no alto) onde a fermentação dá-se no ambiente de temperatura relativamente alta entre 15° e 24°, ou mais em um período curto, nesta fase da alta fermentação a levedura sobe à superfície, sendo que o tipo de levedura utilizada foi a Saccaharomyces cerevisiae e as LAGER (cerveja de baixa fermentação). As cervejas de alta fermentação tendem a ser mais saborosas, incluindo uma que lhe conferem aroma frutado; são também de baixo teor de gás carbônico.


                Indo para a prática, podemos verificar que a cerveja é feita de água, malte, lúpulo e fermento (levedura) e que a cerveja é  uma fermentação da cevada, transformando o açúcar em álcool, sendo que a água é uma das matérias-primas mais importante. Depois de todos esses conceitos passados pelo Professor Luís  conseguimos produzir a nossa primeira cerveja caseira tipo ALE produzida em laboratório na ETEC de Araçatuba. Agora é só esperar para experimentar.






Fotos: Dener Felipe









Vôlei Futuro dá o troco, empata a série e segue na briga pela vaga na final


Após perder em casa, Lorena e seus companheiros superam pressão e batem o Rio no Maracanãzinho; último jogo da semifinal será sexta, em Araçatuba.


Vôlei Futuro surpreende fora de casa e leva decisão para o terceiro jogo (Foto: Maurício Val/VIPCOMM)Aquela derrota por 3 sets a 0, em plena Araçatuba, ainda estava engasgada. E, apesar da desvantagem na série, o Vôlei Futuro não estava nem um pouco disposto a fazer aumentar a lista de gigantes derrubados pelo Rio de Janeiro. Neste domingo, no Maracanãzinho, o estreante da Superliga contou com o apoio de 11.400 torcedores, saiu na frente, criou oportunidades, mas não conseguiu passar por Lorena, eleito o melhor em quadra, e seus companheiros: 3 sets a 1, parciais de 18/25, 27/25, 25/23 e 25/21. Dado o troco, a vaga na final da Superliga será decidida na próxima sexta-feira, às 21h, no interior de São Paulo.
Em seu primeiro ano de vida, a equipe carioca ainda segue com chances de se igualar a Unisul, Florianópolis e Montes Claros, então três calouros que ganharam o direito de brigar pelo título da competição. Pode fazer mais. Ainda segundo as estatísticas da CBV, nenhum outro time, que ficou em sétimo lugar na fase de classificação, avançou à decisão.
- A gente não queria que a nossa história terminasse aqui hoje. Nós vimos o vídeo do jogo passado e concluímos que perdemos para nós mesmos, porque não fizemos o que vínhamos fazendo dentro do campeonato. Sabíamos que, se jogássemos como nas partidas anteriores, poderíamos passar pressão para o outro lado. Aos pouquinhos, os jogadores foram entrando no jogo e conseguimos arrancar essa vitória. Agora a série está aberta e sabemos que vai ser um jogão na sexta-feira - disse Lorena, o destaque da partida.Mal pisou na área de saque, Marlon ouviu o pedido da arquibancada. O pedido era por um ace, mas o saque parou na rede. Esse e outros tantos também de seus companheiros e também do Vôlei Futuro, que forçavam os seus. Os erros deixaram o jogo equilibrado até o oitavo ponto. Dali em diante, quem deu as cartas foram os anfitriões. Dante comandou a equipe, que rapidamente abriu 15/10. O time de Araçatuba não se encontrava. Seguia desperdiçando saques e ataques. O técnico Cezar Douglas tentava colocar ordem na casa, tirou Ricardinho de quadra, trocava outras peças, mas nada surtia efeito. A difereça só aumentava. Para piorar a situação, o adversário estava muito atento e salvava bolas praticamente perdidas. A torcida agradecia, fazendo ainda mais barulho (20/12). Sem conseguir parar Théo, o Vôlei Futuro via o primeiro set ir para a conta do rival: 25/18. Durante o intervalo, o levantador Ricardinho chamou os companheiros para uma conversa. Buscavam força para tentar vencer a etapa seguinte. Vibravam a cada vez que olhavam o placar e se viam em vantagem. Mesmo que fosse de um ponto. Quando fez 11/9, com um ataque de Lorena, a vaia foi imediata. Ele fingiu que não ouviu e soltou o braço de novo. Camejo fez o mesmo. A frente aumentou para 15/12. Apesar das falhas, o Rio de Janeiro encostava no marcador. A chance de empatar ficou na rede, com um saque de Lipe. Depois dali o tempo esquentou. O juiz deu desvio no bloqueio num ataque do time de Araçatuba. Os jogadores do Rio de Janeiro diziam que não. Lorena não gostou e foi reclamar na rede.No ponto seguinte, virou a bola e comemorou olhando para a torcida. A arquibancada passou então a voltar olhos e xingamentos em sua direção. Enquanto isso, a equipe carioca reagia e cortava a vantagem. Lorena ficou irritado e não quis nem ouvir as instruções do treinador no pedido de tempo. Pouco depois, o empate: 20/20. Mas o Vôlei Futuro não se abateu e fugiu outra vez (23/21). Lorena chamava a responsabilidade. O Rio de Janeiro evitou duas vezes que o adversário fechasse o set. Só que na terceira, Théo encontrou o bloqueio duplo montado à sua frente: 27/25.Os visitantes não tiveram muito tempo para comemorar. Os donos da casa voltaram para a quadra mordidos, abrindo 5/0. Manteve a diferença na casa dos cinco pontos (11/6). Vini, Lorena e o líbero Mario Júnior tentavam fazer o Vôlei Futuro vibrar de novo. A essa altura, parecia não ser o suficiente para ameaçar o bom momento do Rio de Janeiro. Até que um saque errado de Lucão, dois pontos de Michael e uma bola na antena de Lipe tiraram os anfitriões da zona de conforto: 17/15. Em meio a lamentos, a equipe tentava recuperar a concentração e as rédeas do set. Sem sucesso. Lorena conseguiu o empate e, com um bloqueio simples, Vini promoveu a virada: 20/19. As equipes seguiram se revezando no comando do placar. Até que Ricardinho mandou duas bolas para Lorena e ele não perdoou: 25/23.
O Rio de Janeiro lutava, mas os erros voltavam a atrapalhar. Melhor para o Vôlei Futuro, que aproveitava para se distanciar. Ditava o ritmo e minava as forças do rival. Fez 22/18 e ainda contou com um ace de Vini para respirar aliviada. Faltavam só dois pontos. O outro saque parou não passou para o outro lado da quadra. Chance para o time da casa. Um erro no levantamento de Ualas deixou a equipe de Araçatuba a um passo do triunfo. No entanto, o Rio de Janeiro não se entregava. Salvou dois match-points. Um saque de Théo, que bateu na fita e não passou para o outro lado, deu a vitória para o Vôlei Futuro.

- Nós começamos bem a partida e já esperávamos por um jogo equilibrado. Mas nós começamos a pecar na parte defensiva, e o Lorena começou a rodar as bolas. Isso deu confiança para o time deles. O Vôlei Futuro passou a jogar de forma mais agressiva, que é o que eles têm de melhor. Acho que eles tiveram mais tranquilidade que a gente. Agora é mata-mata - disse Marcão, técnico do Rio de Janeiro.


Por Danielle RochaRio de Janeiro

sábado, 7 de abril de 2012

Tabela periódica recebe dois novos elementos químicos


Altamente radioativos, elementos de número atômico 114 e 116 só podem ser forjados em laboratório - e só duram milésimos de segundo


Inclusão de elementos levou quase uma década de estudos e três anos de revisão (Ryan McVay)

Dois novos elementos químicos finalmente serão adicionados à tabela periódica. Após quase três anos de revisão e uma década de estudos, um comitê formado por físicos e químicos anunciou oficialmente a decisão. Ununqudium e ununhexium, como foram provisoriamente chamados até que nomes oficiais sejam escolhidos, são os dois elementos mais pesados da tabela e altamente radioativos. Seus números atômicos (quantidade de prótons) são 114 e 116, respectivamente, e seus números de massa (prótons mais nêutrons), 289 e 292.
Um elemento químico representa um conjunto de átomos que têm a mesma quantidade de prótons em seu núcleo. A tabela periódica ordena e agrupa os elementos conforme determinadas características, permitindo a cientistas prever inúmeras propriedades e reações.
Desde 1999 vários grupos já alegaram ter produzido o elemento de número atômico 114 em laboratório, mas apenas duas equipes conseguiram apresentar provas contundentes para a banca examinadora da União Internacional de Química Pura e Aplicada, órgão internacional, não-governamental, que tem a palavra final sobre a tabela periódica. Ambas as equipes, especialistas do Join Institute for Nuclear Research (JINR), na Rússia, e do Laboratório Lawrence Livermore, nos Estados Unidos, colaboraram no projeto e ofereceram ajuda para provar também a existência do elemento 116.
Os novos elementos não podem ser encontrados na natureza. Podem apenas ser forjados em laboratório, por milésimos de segundo, como o resultado da colisão entre núcleos mais leves em um acelerador. Para produzir o elemento de 116 prótons, por exemplo, os cientistas usaram cúrio (96 prótons) e cálcio (20 prótons).
Nova casa, novo nome — A demora em aprovar a entrada dos dois elementos na tabela periódica deve-se, em parte, à curta existência de elementos pesados como o 114 e 116. Em milésimos de segundo eles perdem massa e se transformam em elementos mais leves, dificultando o trabalho de cientistas para obter provas de que eles, de fato, existiram. 
Uma vez atendidos os requisitos exigidos pelo comitê, os elementos receberão o nome de seus descobridores. Sendo assim, é provável que os elementos 114 e 116 sejam batizados com nomes russos – já que a equipe do Joint Institute recebe a maior parte do crédito pela descoberta.